Em meio a (1) incertezas por conta do continuado conflito entre Estados Unidos e Irã e seus efeitos na atividade econômica global a partir do preço do petróleo e seus desdobramentos geopolíticos, e (2) elevada demanda por capital não só por parte dos principais governos soberanos na condução de suas políticas fiscais altamente deficitárias, mas também por parte das empresas no boom de investimento em inteligência artificial, agosto foi marcado por nova rodada de alta na taxa de juros das principais economias globais, em especial das taxas para financiamentos de prazo mais longo.
A taxa de 10 anos dos títulos de dívida do governo americano chegou a cerca de 4,8%, encostando nos maiores patamares desde meados de 2007, enquanto a taxa de 30 anos renovou máxima em 5,3%, o maior nível desde meados de 2005. O tesouro dos EUA chegou a intervir no mercado, com aumento das recompras dos títulos públicos mais longos, a partir da metade do mês, com efeitos limitados. Houve também intervenção para conter a depreciação do iene, feita em conjunto por autoridades japonesas e americanas.
Em decorrência da postura bastante dura defendida pelo presidente do FED (o banco central americano), Kevin Warsh, durante o famoso evento anual de Jackson Hole, o cenário permanece inclinado para novas elevações na taxa de juros básica dos EUA ao longo do ano.
A despeito da elevação dos juros, a bolsa americana voltou a subir, e fechou agosto com valorização de +2,62% (de acordo com o S&P500, principal índice de ações dos EUA), sustentada por excelentes resultados que vêm sendo divulgados pelas empresas. A Nvidia, por exemplo, reportou vendas e lucros 10% acima das já otimistas expectativas do mercado.
No Brasil, a dinâmica da atividade segue apontando para um enfraquecimento gradual da economia, em meio à inflação mais contida nos últimos meses. Assim, cresce a percepção por parte do mercado que o banco central brasileiro teria algum espaço para continuar a cortar juros. Entretanto, a proximidade do pleito eleitoral com uma disputa acirrada adiciona volatilidade e exigem uma postura de maior cautela, ainda que o avanço da oposição nas pesquisas tenha trazido algum otimismo aos agentes financeiros.
Índice
Perfil MF1
Perfil MF2
Perfil MF3 (Curva)
CDI
IPCA
IMA-B
Ibovespa
S&P 500
Dólar
Ago26
1,03%
1,01%
1,14% (xx%)
1,09%
-0,32%
1,58%
-0,33%
2,62%
2,05%
2026
8,82%
6,98%
6,17% (xx%)
9,33%
3,11%
6,75%
10,11%
12,28%
-5,83%
2025
12,96%
13,11%
11,62% (9,37%)
14,31%
4,26%
13,17%
33,95%
16,39%
-11,14%
Desde Out22*
55,18%
44,11%
31,12% (xx%)
61,65%
19,82%
37,10%
61,24%
114,36%
-4,16%
Ago26
0,08%
1,57%
3,44%
0,01%
n/a
2,87%
15,50%
10,49%
6,73%
Desde Out22*
0,35%
2,11%
5,16%
0,09%
n/a
4,72%
16,61%
15,51%
11,54%

A rentabilidade do Perfil MF1 foi de +1,03% no mês, em linha com o CDI que rendeu +1,09%, enquanto a inflação caiu -0,32% (IPCA).
Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 5,3% da carteira do perfil, renderam +1,27%, refletindo uma compressão das taxas de mercado.
A parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,7% do total de investimentos do Perfil MF1 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo, dadas suas especificidades.
PERFIL MF1 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Crédito Privado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Total
Jan26
286,3
93%
87%
5%
1%
5%
5%
1%
100%
Fev26
287,4
93%
87%
5%
1%
5%
5%
1%
100%
Mar26
289,8
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%
Abr26
291,2
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%
Mai26
285,6
94%
88%
5%
0%
5%
5%
2%
100%
Jun26
288,0
94%
88%
5%
0%
5%
5%
2%
100%
Jul26
290,4
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%
Ago26
292,4
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
283,9
94%
87%
5%
2%
5%
5%
1%
100%
Dez24
196,9
94%
86%
5%
3%
5%
5%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF1
Renda fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Crédito Privado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Jan26
1,21%
1,17%
1,16%
1,19%
1,34%
2,83%
2,83%
0,60%
Fev26
1,03%
1,01%
1,00%
1,20%
1,02%
2,17%
2,17%
0,77%
Mar26
1,18%
1,24%
1,23%
1,38%
0,92%
0,89%
0,89%
0,83%
Abr26
0,98%
1,08%
1,07%
1,30%
1,08%
-0,29%
-0,29%
1,18%
Mai26
0,98%
1,07%
1,07%
0,95%
1,40%
-0,17%
-0,17%
1,26%
Jun26
0,94%
1,06%
1,11%
0,20%
1,25%
-0,81%
-0,81%
1,08%
Jul26
1,14%
1,22%
1,22%
1,22%
0,83%
0,43%
0,43%
0,87%
Ago26
1,03%
1,11%
1,10%
1,27%
n/a
0,27%
0,27%
0,52%
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
8,82%
9,30%
9,33%
9,04%
8,10%
5,39%
5,39%
7,35%
2025
12,96%
14,12%
14,29%
11,43%
14,56%
2,21%
2,21%
9,49%
Desde Out22*
55,18%
61,08%
61,32%
47,14%
59,46%
10,12%
10,12%
43,45%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Estruturado
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Spectra VII Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
R$ milhões
292.405
274.302
15.589
1.050
119.664
15.485
122.514
0
13.845
3.430
334
2.784
3.155
1.447
126
521
2.047
4.259
-1
%
100,0
93,8
5,3
0,4
40,9
5,3
41,9
0,0
4,7
1,2
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,2
0,7
1,5
0,0
R$ milhões
283.851
265.549
14.296
7.019
114.402
14.623
110.425
4.783
14.270
3.528
435
2.753
3.670
1.291
0,0
863
1.731
4.029
4
%
100,0
93,6
5,0
2,5
40,3
5,2
38,9
1,7
5,0
1,2
0,2
1,0
1,3
0,5
0,0
0,3
0,6
1,4
0,0
(a) Fundo exclusivo
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) A carteira de investimentos do Perfil MF1 é composta majoritariamente por títulos do governo brasileiro atrelados à taxa do CDI, o que confere maior estabilidade para a sua rentabilidade.

A rentabilidade do Perfil MF2, cuja principal característica é a diversificação, foi +1,01% no mês, resultado do desempenho conjunto das diferentes classes de ativos que compõem sua carteira.
Os destaques positivos da carteira ficaram pelos investimentos no exterior, que subiram +2,61% no mês, com participação de 9,3% no total do portfólio, beneficiados pela valorização cambial de +2,05% do dólar contra o real no período; pela parcela de investimento em fundos multimercados, que representa 7,1% do portfólio e obteve rentabilidade de +1,38%, compatível com o desempenho do segmento medido pelo IHFA (índice de “hedge funds” da Anbima), +1,61%; seguida pelos investimentos atrelados à inflação, que tiveram alta de +1,34% no mês, com peso de 31,6% na carteira; e, na sequência, pela parcela alocada em crédito privado, equivalente a 7,1% do portfólio, que contribuiu com +1,12%.
Por outro lado, os investimentos imobiliários, cujo participação na carteira é de 5,3%, tiveram perda de -1,25% no mês, condizente com o desempenho do segmento medido pelo IFIX (principal índice do segmento imobiliário do Brasil), que caiu -1,46%. E, por fim, pela parcela alocada em renda variável no Brasil, que representa 7,7% dos investimentos do perfil e obteve rentabilidade de -0,16% no mês, compatível com o desempenho do Ibovespa (principal índice de ações do Brasil) que caiu -0,33% no período.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,7% do total de investimentos do Perfil MF2 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo, dadas suas especificidades.
PERFIL MF2 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Multimercados
Inflação Mercado
Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
Multimercados
Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Em trânsito
TOTAL
Jan26
545,8
61%
19%
0%
31%
11%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Fev26
551,6
61%
21%
0%
31%
10%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Mar26
550,5
62%
23%
0%
31%
8%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Abr26
556,2
62%
23%
0%
31%
8%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Mai26
561,6
63%
24%
0%
31%
8%
7%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Jun26
562,3
62%
24%
0%
31%
7%
8%
13%
8%
5%
9%
5%
3%
0%
100%
Jul26
565,8
62%
24%
0%
31%
7%
8%
13%
8%
5%
9%
5%
3%
0%
100%
Ago26
570,9
63%
25%
0%
32%
7%
8%
12%
7%
5%
9%
5%
3%
0%
100%
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
536,7
62%
18%
0%
30%
13%
8%
13%
8%
5%
10%
6%
3%
0%
100%
Dez24
569,3
62%
14%
0%
28%
20%
7%
13%
8%
5%
10%
5%
2%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF2
Renda Fixa
DI Soberano
Multimercados
Inflação Mercado
Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
Multimercados
Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Jan26
1,80%
1,21%
1,16%
n/a
1,09%
1,28%
10,18%
2,45%
2,22%
2,83%
-0,71%
1,54%
0,60%
Fev26
1,30%
1,17%
1,00%
n/a
1,35%
1,01%
3,69%
1,66%
1,35%
2,17%
-0,14%
1,13%
0,85%
Mar26
-0,05%
1,10%
1,23%
n/a
1,05%
0,95%
-1,56%
-1,87%
-3,55%
0,89%
-3,46%
-0,26%
0,84%
Abr26
1,20%
1,24%
1,07%
n/a
1,41%
1,09%
0,04%
1,25%
2,20%
-0,29%
2,16%
1,37%
1,17%
Mai26
0,34%
0,97%
1,07%
n/a
0,79%
1,38%
-6,73%
0,40%
0,75%
-0,17%
3,20%
-1,22%
1,27%
Jun26
0,44%
0,50%
1,11%
n/a
-0,13%
1,24%
-0,35%
0,45%
1,21%
-0,81%
1,83%
-1,64%
0,83%
Jul26
0,74%
1,17%
1,22%
n/a
1,12%
1,27%
2,19%
0,12%
-0,06%
0,43%
-1,80%
-0,13%
0,93%
Ago26
1,01%
1,22%
1,10%
n/a
1,34%
1,13%
-0,16%
0,96%
1,38%
0,27%
2,61%
-1,25%
0,54%
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
6,98%
8,85%
9,33%
n/a
8,30%
9,74%
6,68%
5,50%
5,51%
5,39%
3,54%
-0,51%
7,25%
2025
13,11%
12,93%
14,29%
n/a
11,68%
14,22%
32,65%
9,51%
14,36%
2,21%
7,00%
21,55%
9,81%
Desde Out22*
44,11%
51,54%
61,42%
6,22%
37,53%
62,62%
36,31%
28,97%
40,89%
9,93%
43,98%
59,17%
43,82%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Bradesco FI Sucupira(a)
Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Pátria Crédito Estruturado FIDC Mezanino
Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior CDI
Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior IPCA
Prisma Institucional FIF Multimercado
TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Renda variável
Itaú Institucional BOVV11 FIC FIA
Vinci FIA Pau Brasil(a)(b)
Exterior
Pimco Income FIM IE
BB MM Global Select Equity IE FI
Nordea Alfa 10 Dólar Advisory Master FIM IE
Derivativos ISP
Estruturado
BTG Aroeira 1 Multimercado FICFI(a)(b)
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Spectra VII Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Imobiliários
RBR Jatobá FIC FIM(a)(b)
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Passiva
Ativa
Exterior
Exterior
Exterior
Exterior
Multimercados
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Imobiliários
R$ milhões
570.906
360.868
41.028
139.121
8.824
48.086
12.122
70.955
717
0
0
321
39.692
44.228
9.039
35.189
52.996
28.008
17.536
7.452
0
67.168
40.658
6.717
655
5.463
6.180
2.832
243
1.021
4.009
30.476
30.476
14.568
2
%
100,0
63,2
7,2
24,4
1,5
8,4
2,1
12,4
0,1
0,0
0,0
0,1
7,0
7,7
1,6
6,2
9,3
4,9
3,1
1,3
0,0
11,9
7,1
1,2
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,2
0,7
5,3
5,3
2,6
0,0
R$ milhões
536.710
330.090
40.148
122.932
5.265
39.989
10.485
38.937
5.657
619
591
0
65.467
41.653
5.781
35.873
51.183
26.426
17.313
7.444
0
69.437
43.298
6.462
796
5.043
6.723
2.364
0
1.582
3.170
30.632
30.632
13.705
9
%
100,0
61,5
7,5
22,9
1,0
7,5
2,0
7,3
1,1
0,1
0,1
0,0
12,2
7,8
1,1
6,7
9,5
4,9
3,2
1,4
0,0
12,9
8,1
1,2
0,1
0,9
1,3
0,4
0,0
0,3
0,6
5,7
5,7
2,6
0,0
(a) Fundo exclusivo;
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) O Perfil MF2 é a continuidade da estratégia de investimentos do Plano Promon MultiFlex anterior ao lançamento dos perfis de investimento em outubro de 2022. E tem como principal característica a diversificação em diferentes classes de ativos, com nível moderado de risco e horizonte de médio/longo prazo.

A rentabilidade do Perfil MF3 foi de +1,14% no mês, aderente à variação do preço dos títulos NTN-B 2032, principal ativo da carteira do perfil, com peso de 94,4% do portfólio, que foi de +1,24% de acordo com sua “marcação a mercado”.
A taxa de remuneração da NTN-B 2032 “a mercado” fechou o mês no patamar de 8,09% ao ano (“yield”), bem abaixo do fechamento do mês anterior, que havia sido de 8,24%. O yield representa a rentabilidade real anual (acima da inflação) a ser acumulada até 2032, ano de vencimento do título.
Para fins de mero acompanhamento, se todos os títulos NTN-B 2032 da carteira do perfil estivessem precificados na curva ao longo do mês (marcação na curva), a rentabilidade do Perfil MF3 teria sido de +XX% no mês. Desde o início do perfil (para aqueles participantes que entraram em outubro de 2022), a rentabilidade acumulada na curva seria de +XX%, equivalente à inflação mais XX% a.a.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,8%
PERFIL MF3 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Estruturados
Participações
Empréstimos
TOTAL
Jan26
160,5
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Fev26
162,8
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Mar26
162,9
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Abr26
165,2
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Mai26
167,9
95%
1%
94%
5%
5%
1%
100%
Jun26
166,2
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Jul26
167,8
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Ago26
169,6
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
158,7
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Dez24
143,4
94%
1%
93%
5%
5%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF3
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Jan26
1,19%
1,14%
1,16%
1,14%
2,83%
2,83%
0,60%
Fev26
1,64%
1,64%
1,00%
1,65%
2,17%
2,17%
0,76%
Mar26
0,20%
0,20%
1,23%
0,19%
0,89%
0,89%
0,81%
Abr26
1,48%
1,61%
1,07%
1,61%
-0,29%
-0,29%
1,18%
Mai26
0,27%
0,32%
1,00%
0,32%
-0,17%
-0,17%
1,34%
Jun26
-0,85%
-0,83%
1,10%
-0,84%
-0,81%
-0,81%
1,08%
Jul26
0,97%
1,03%
1,22%
1,03%
0,43%
0,43%
0,89%
Ago26
1,14%
1,23%
1,10%
1,23%
0,27%
0,27%
0,54%
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
6,17%
6,49%
9,22%
6,49%
5,40%
5,40
7,41%
2025
11,62%
12,65%
14,26%
12,68%
2,21%
2,21%
9,87%
Desde Out22*
31,12%
34,79%
61,11%
3427%
9,98%
9,98%
44,04%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Itaú Jequitibá RF FI(a)
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Ist. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Estruturado
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Spectra VII Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
R$ milhões
169.595
160.548
160.109
68
52
69
250
8.063
1.998
195
1.622
1.838
842
72
304
1.193
980
4
%
100,0
94,7
94,4
0,0
0,0
0,0
0,1
4,8
1,2
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,2
0,7
0,6
0,0
R$ milhões
158.717
150.197
149.269
397
267
0
264
7.735
1.912
236
1.492
1.989
700
0
468
938
781
3
%
100,0
94,6
94,0
0,3
0,2
0,0
0,2
4,9
1,2
0,1
0,9
1,3
0,4
0,0
0,3
0,6
0,5
0,0
(a) Fundo exclusivo
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) Em linha com a Resolução CNPC n. 43/2021, os ativos que compõem as carteiras de investimentos do Perfil MF3, inclusive as NTN-B 2032, são registrados diariamente a seu valor justo de mercado, método conhecido como marcação a mercado. Esse método procura garantir que o preço dos ativos nas carteiras reflita adequadamente o valor que está sendo negociado no mercado financeiro. No caso de títulos de renda fixa como as NTN-B, as variações do preço entre a data da compra e a data de seu vencimento (ganhos ou perdas) somente são efetivadas caso o investidor decida resgatar (vender) o ativo antes do prazo final. Caso contrário, o valor investido (principal) será remunerado pela taxa que foi acordada no momento da aplicação e, por isso, para o montante principal não importará a oscilação ao longo do período. Com isso em mente, o investimento (principal) do participante do MF3 que ingressou no perfil por ocasião do seu lançamento ou a cada janela de migração deve obter uma remuneração aderente à parcela da carteira investida nas NTN-B 2032. Como a carteira do perfil MF3 conta com outros investimentos além das NTN-B 2032 e, em função do reinvestimento dos cupons semestrais pagos por estes títulos, a rentabilidade sofrerá alterações até o vencimento.