Contexto de Mercado

O evento que dominou março ocorreu no último dia de fevereiro, a eclosão da guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã. O consequente choque no preço do petróleo e de outros produtos relevantes para a cadeia global levou os mercados financeiros a movimentos extremos ao longo do mês diante de seu impacto incerto sobre a inflação e sobre a atividade econômica globais.

Dessa forma, embora os mercados acionários de países como EUA e Brasil tenham registrado correção relativamente moderada (com quedas de -5,0% e -0,7% respectivamente), o impacto foi bem maior na Europa e em partes da Ásia, onde há maior vulnerabilidade a oscilações nos preços de energia (a bolsa de Frankfurt caiu -12,3% e a de Tóquio, -14,7%). Os movimentos mais graves ocorreram nos mercados de juros, principalmente pelo agravamento das projeções das taxas de curto prazo.

No Brasil, em meio aos efeitos do choque do preço do petróleo e do cenário de forte aversão a risco, o Banco Central cortou a taxa Selic (principal referência de juros locais) em 0,25%, sinalizando que novas reduções da taxa ficam condicionadas à evolução da inflação, sem falar no ambiente político e fiscal, que deve provocar volatilidade nos próximos meses.

O dólar voltou a se valorizar frente às principais moedas do mundo, mas o real não fez feio, com desvalorização de apenas -1,4%, sendo uma das moedas com melhor performance no mercado global. Apesar da maior aversão ao risco global, os fluxos estrangeiros seguiram positivos para o Brasil, à medida da realocação de capitais na direção de economias produtoras e exportadoras de petróleo.

Rentabilidade1

Rentabilidade
Volatilidade

Índice
Perfil MF1
Perfil MF2
Perfil MF3 (Curva)

CDI
IPCA
IMA-B
Ibovespa
S&P 500
Dólar

Mar26
1,18%
-0,05%
0,20% (1,26%)
1,21%
0,88%
0,17%
-0,70%
-5,09%
1,36%

2026
3,46%
3,08%
3,05% (3,00%)
3,41%
1,92%
2,98%
16,35%
-4,63%
-5,14%

2025
12,96%
13,11%
11,62% (9,37%)
14,31%
4,26%
13,17%
33,95%
16,39%
-11,14%

Desde Out22*
47,54%
38,86%
27,27% (38,50%)

52,91%
18,45%
32,26%
70,36%
82,08%
-3,46%

Mar26
0,26%
4,06%
7,83%

0,01%
n/a
8,29%
26,86%
18,12%
13,46%

Desde Out22*
0,36%
2,11%
5,22%

0,09%
n/a
4,70%
16,66%
15,83%
11,78%

* data de início do investimento sob o regime de perfis.

Rentabilidade Acumulada

Passe o cursor do mouse sobre os pontos do gráfico para visualizar os percentuais. Clique no checkbox das legendas para desabilitar/habilitar os índices.
Toque sobre os pontos do gráfico para visualizar os percentuais.

Alocação Atual2

Perfil MF1
Perfil MF2
Perfil MF3
Passe o cursor do mouse sobre as fatias dos gráficos para visualizar a classe de ativo e o percentual de alocação.
Toque sobre as fatias dos gráficos para visualizar a classe de ativo e o percentual de alocação.

Detalhamento por Perfil

Valor da quota (R$):
8,60168523

Destaque do mês3

A rentabilidade do Perfil MF1 foi de +1,18% no mês, em linha com o CDI que rendeu +1,21%, e superior à inflação que subiu +0,88% (IPCA).

Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 5,1% da carteira do perfil, renderam +1,38%. A parcela alocada em crédito privado, equivalente a 0,3% do portfólio, subiu +0,92%.

Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 5,0% do total de investimentos do Perfil MF1 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.

Alocação2


PERFIL MF1 (RS milhões)
Renda Fixa

  DI Soberano
  Inflação Mercado
  Crédito Privado
Estruturados
  Participações
Empréstimos
Total

Jan26
286,3
93%
87%
5%
1%
5%

5%
1%
100%

Fev26
287,4
93%
87%
5%
1%
5%
5%
1%
100%

Mar26
289,8
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%

Abr26

Mai26

Jun26

Jul26

Ago26

Set26

Out26

Nov26

Dez26

Dez25
283,9
94%
87%
5%
2%
5%
5%
1%
100%

Dez24
196,9
94%
86%
5%
3%
5%
5%
1%
100%

Rentabilidade

Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.


PERFIL MF1
Renda fixa
  DI Soberano
  Inflação Mercado
  Crédito Privado
Estruturados
  Participações
Empréstimos

Jan26
1,21%
1,17%
1,16%
1,19%
1,34%
2,83%
2,83%
0,60%

Fev26
1,03%
1,01%
1,00%
1,20%
1,02%
2,17%
2,17%
0,77%

Mar26
1,18%
1,24%
1,23%
1,38%
0,92%
0,89%
0,89%
0,83%

Abr26

Mai26

Jun26

Jul26

Ago26

Set26

Out26

Nov26

Dez26

2026
3,46%
3,45%
3,43%
3,81%
3,31%
6,00%
6,00%
2,22%

2025
12,96%
14,12%
14,29%
11,43%
14,56%
2,21%
2,21%
9,49%

Desde Out22*
47,54%
52,46%

52,61%
40,08%
52,39%
10,75%
10,75%
36,60%

* data de início do investimento sob o regime de perfis.

Detalhamento da carteira

Março/2026
Dezembro/2025


TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
  Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
  Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
  BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
  Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
  Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
  TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Estruturado
  Kinea Private Equity IV FIP ME
  Pátria Real Estate II FIP
  Pátria Real Estate III FIP
  Signal III FIP FIM
  Spectra V Inst FIP
  Spectra VI Inst FIP
  Spectra VII Inst FIP
  Stratus SCP Brasil FIP
  Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito


ESTRATÉGIA

Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado

Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações

R$ milhões
289.827
271.093

14.841
6.685
116.252
15.205
117.351
759
14.594
3.582
0
400
2.878
3.314
1.387
41
826
2.166
4.134
5

%
100,0
93,5

5,1
2,3
40,1
5,2
40,5
0,3
5,0
1,2
0,0
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,3
0,7
1,4
0,0

R$ milhões
283.851
265.549
14.296
7.019
114.402
14.623
110.425
4.783
14.270
3.528
0
435
2.753
3.670
1.291
0,0
863
1.731
4.029
4

%
100,0
93,6
5,0
2,5
40,3
5,2
38,9
1,7
5,0
1,2
0,0
0,2
1,0
1,3
0,5
0,0
0,3
0,6
1,4
0,0

(a) Fundo exclusivo
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)

(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.

Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.

A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!

(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).

(3) A carteira de investimentos do Perfil MF1 é composta majoritariamente por títulos do governo brasileiro atrelados à taxa do CDI, o que confere maior estabilidade para a sua rentabilidade.

Valor da quota (R$):
8,09550206

Destaque do mês3

A rentabilidade do Perfil MF2, cuja principal característica é a diversificação, foi -0,05% no mês, resultado do desempenho conjunto das diferentes classes de ativos que compõem sua carteira.

Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 31,3% da carteira do perfil, renderam +1,05%. A parcela alocada em crédito privado, equivalente a 7,8% do portfólio (com efeito de resgates que vêm sendo conduzidos pela FPPS), subiu +0,95%.

Os destaques negativos da carteira no mês ficaram pelos investimentos em fundos multimercados, que representam 7,9% do portfólio e tiveram rentabilidade de -3,55%; seguidos pela parcela alocada em investimentos no exterior, que apresentou queda de -3,46%, a despeito da valorização cambial favorável de +1,36% do Dólar em relação ao Real. Os investimentos em renda variável, que representam algo como 8,0% do total dos investimentos do perfil, caíram -1,56%; depois, os investimentos imobiliários, equivalentes a 5,7% da carteira, com queda de -0,26%.

Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,9% do total de investimentos do Perfil MF2 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.

Alocação2


PERFIL MF2 (RS milhões)
Renda Fixa

  DI Soberano
  Multimercados
  Inflação Mercado
  Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
  Multimercados
  Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Em trânsito
TOTAL

Jan26
545,8
61%
19%
0%
31%
11%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%

Fev26
551,6
61%
21%
0%
31%
10%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%

Mar26
550,5
62%
23%
0%
31%
8%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%

Abr26

Mai26

Jun26

Jul26

Ago26

Set26

Out26

Nov26

Dez26

Dez25
536,7
62%
18%
0%
30%
13%
8%
13%
8%
5%
10%
6%
3%
0%
100%

Dez24
569,3
62%
14%
0%
28%
20%
7%
13%
8%
5%
10%
5%
2%
1%
100%

Rentabilidade

Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.


PERFIL MF2
Renda Fixa
  DI Soberano
  Multimercados
  Inflação Mercado
  Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
  Multimercados
  Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos

Jan26
1,80%
1,21%

1,16%
n/a
1,09%
1,28%
10,18%
2,45%
2,22%
2,83%
-0,71%
1,54%
0,60%

Fev26
1,30%
1,17%
1,00%
n/a
1,35%
1,01%
3,69%
1,66%
1,35%
2,17%
-0,14%
1,13%
0,85%

Mar26
-0,05%
1,10%
1,23%
n/a
1,05%
0,95%
-1,56%
-1,87%
-3,55%
0,89%
-3,46%
0,26%
0,84%

Abr26

Mai26

Jun26

Jul26

Ago26

Set26

Out26

Nov26

Dez26

2026
3,08%
3,46%

3,43%
n/a
3,53%
3,28%
12,46%
2,21%
-0,08%
6,00%
-4,28%
2,42%
2,31%

2025
13,11%
12,93%
14,29%
n/a
11,68%
14,22%
32,65%
9,51%
14,36%
2,21%
7,00%
21,55%
9,81%

Desde Out22*
38,86%
44,03%

52,71%
6,22%
31,46%
53,04%
43,69%
24,95%

33,43%
10,56%
33,11%
63,85%
37,19%

* data de início do investimento sob o regime de perfis.

Detalhamento da carteira

Março/2026
Dezembro/2025


TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
  Bradesco FI Sucupira(a)
  Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
  Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
  BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
  Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
  Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
  Pátria Crédito Estruturado FIDC Mezanino
  Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior CDI
  Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior IPCA
  TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Renda variável
  Itaú Institucional BOVV11 FIC FIA
  Pátria Pipe Feeder I FIC FIA
  Vinci FIA Pau Brasil(a)(b)
Exterior
  Pimco Income FIM IE
  BB MM Global Select Equity IE FI
  Nordea Alfa 10 Dólar Advisory Master FIM IE
  Derivativos ISP
Estruturado
  BTG Aroeira 1 Multimercado FICFI(a)(b)
  Kinea Private Equity IV FIP ME
  Pátria Real Estate II FIP
  Pátria Real Estate III FIP
  Signal III FIP FIM
  Spectra V Inst FIP
  Spectra VI Inst FIP
  Spectra VII Inst FIP
  Stratus SCP Brasil FIP
  Timberland I FIC FIP
Imobiliários
  RBR Jatobá FIC FIM(a)(b)
Operações com Participantes
Em trânsito


ESTRATÉGIA


Inflação
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado

Passiva
Ativa
Ativa

Exterior
Exterior
Exterior
Exterior

Multimercados
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações

Imobiliários

R$ milhões
550.476
342.308

44.588
127.621
7.739
44.873
16.208
58.194
3.005
0
0
40.080
43.860
6.735
0
37.125
48.994
26.708
15.489
6.798
0
69.997
43.265
6.526
0
732
5.272
6.070
2.541
74
1.514
3.968
31.373
31..373
13.936
7

%
100,0
62,2
8,1
23,2
1,4
8,2
2,9
10,6
0,5
0,0
0,0
7,3
8,4
1,2
0,0
6,7
8,9
4,9
2,8
1,2
0,0
12,7
7,9
1,2
0,0
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,3
0,7
5,7
5,7
2,5
0,0

R$ milhões
536.710
330.090
40.148
122.932
5.265
39.989
10.485
38.937
5.657
619
591
65.467
41.653
5.781
0
35.873
51.183
26.426
17.313
7.444
0
69.437
43.298
6.462
0
796
5.043
6.723
2.364
0
1.582
3.170
30.632
30.632
13.705
9

%
100,0
61,5
7,5
22,9
1,0
7,5
2,0
7,3
1,1
0,1
0,1
12,2
7,8
1,1
0,0
6,7
9,5
4,9
3,2
1,4
0,0
12,9
8,1
1,2
0,0
0,1
0,9
1,3
0,4
0,0
0,3
0,6
5,7
5,7
2,6
0,0

(a) Fundo exclusivo;
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)

(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.

Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.

A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!

(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).

(3) O Perfil MF2 é a continuidade da estratégia de investimentos do Plano Promon MultiFlex anterior ao lançamento dos perfis de investimento em outubro de 2022. E tem como principal característica a diversificação em diferentes classes de ativos, com nível moderado de risco e horizonte de médio/longo prazo.

Valor da quota (R$):
7,41971307

Destaque do mês3

A rentabilidade do Perfil MF3 foi de +0,20% no mês, aderente à variação do preço dos títulos NTN-B 2032, principal ativo da carteira do perfil, que foi de +0,20% de acordo com sua “marcação a mercado”.

A taxa de remuneração da NTN-B 2032 “a mercado” fechou o mês no patamar de 7,73% ao ano (“yield”), ligeiramente acima do fechamento do mês anterior, que havia sido de 7,46%, à medida da eclosão da guerra do Irã. O yield representa a rentabilidade real anual (acima da inflação) a ser acumulada até 2032, ano de vencimento do título.

Para fins de mero acompanhamento, se todos os títulos NTN-B 2032 da carteira do perfil estivessem precificados na curva ao longo do mês (marcação na curva), a rentabilidade do Perfil MF3 teria sido de +1,26% no mês. Desde o início do perfil (para aqueles participantes que entraram em outubro de 2022), a rentabilidade acumulada do perfil na curva seria de +38,50%, equivalente à inflação + 4,57% a.a.

Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,9% do total de investimentos do Perfil MF3 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.

Alocação2


PERFIL MF3 (RS milhões)
Renda Fixa

  DI Soberano
  Inflação Mercado
Estruturados
  Participações
Empréstimos
TOTAL

Jan26
160,5
95%

0%
94%
5%
5%
1%
100%

Fev26
162,8
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%

Mar26
162,9
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%

Abr26

Mai26

Jun26

Jul26

Ago26

Set26

Out26

Nov26

Dez26

Dez25
158,7
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%

Dez24
143,4
94%
1%
93%
5%
5%
1%
100%

Rentabilidade

Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.


PERFIL MF3
Renda Fixa

  DI Soberano
  Inflação Mercado
Estruturados
  Participações
Empréstimos

Jan26
1,19%
1,14%

1,16%
1,14%
2,83%
2,83%
0,60%

Fev26
1,64%
1,64%
1,00%
1,65%
2,17%
2,17%
0,76%

Mar26
0,20%
0,20%
1,23%
0,19%
0,89%
0,89%
0,81%

Abr26

Mai26

Jun26

Jul26

Ago26

Set26

Out26

Nov26

Dez26

2026
3,01%
3,43%
3,43%
3,01%
6,00%
6,00%
2,18%

2025
11,62%
12,65%
14,26%
12,68%
2,21%
2,21%
9,87%

Desde Out22*
27,27%
30,38%

52,55%
29,89%
10,61%
10,61%
37,02%

* data de início do investimento sob o regime de perfis.

Detalhamento da carteira

Março/2026
Dezembro/2025


TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa

  Itaú Jequitibá RF FI(a)
  Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
  BTG Pactual Tesouro Selic Simples Ist. FI RF
 Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Estruturado
  Kinea Private Equity IV FIP ME
  Pátria Real Estate II FIP
  Pátria Real Estate III FIP
  Signal III FIP FIM
  Spectra V Inst FIP
  Spectra VI Inst FIP
  Spectra VII Inst FIP
  Stratus SCP Brasil FIP
  Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito


ESTRATÉGIA


Inflação
CDI
CDI
CDI

Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações

R$ milhões
162.889
154.184

153.157
383
203
441
7.911
1.942
0
217
1.560
1.796
752
22
448
1.174
790
3

%
100,0

94,7
94,0
0,2
0,1
0,3
4,9
1,2
0,0
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,3
0,7
0,5
0,0

R$ milhões
158.717
150.197
149.269
397
267
264
7.735
1.912
0
236
1.492
1.989
700
0
468
938
781
3

%
100,0
94,6
94,0
0,3
0,2
0,2
4,9
1,2
0,0
0,1
0,9
1,3
0,4
0,0
0,3
0,6
0,5
0,0

(a) Fundo exclusivo

(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.

Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.

A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!

(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).

(3) Em linha com a Resolução CNPC n. 43/2021, os ativos que compõem as carteiras de investimentos do Perfil MF3, inclusive as NTN-B 2032, são registrados diariamente a seu valor justo de mercado, método conhecido como marcação a mercado. Esse método procura garantir que o preço dos ativos nas carteiras reflita adequadamente o valor que está sendo negociado no mercado financeiro. No caso de títulos de renda fixa como as NTN-B, as variações do preço entre a data da compra e a data de seu vencimento (ganhos ou perdas) somente são efetivadas caso o investidor decida resgatar (vender) o ativo antes do prazo final. Caso contrário, o valor investido (principal) será remunerado pela taxa que foi acordada no momento da aplicação e, por isso, para o montante principal não importará a oscilação ao longo do período. Com isso em mente, o investimento (principal) do participante do MF3 que ingressou no perfil por ocasião do seu lançamento ou a cada janela de migração deve obter uma remuneração aderente à parcela da carteira investida nas NTN-B 2032. Como a carteira do perfil MF3 conta com outros investimentos além das NTN-B 2032 e, em função do reinvestimento dos cupons semestrais pagos por estes títulos, a rentabilidade sofrerá alterações até o vencimento.