Abril foi um mês de recuperação parcial dos ativos de risco, a despeito da continuada incerteza em torno do conflito no Oriente Médio, que manteve o petróleo em patamares elevados (e voláteis) e o noticiário alternando entre arrefecimento e escalada do conflito.
A persistência do petróleo em níveis elevados representa pressão inflacionária e torna a vida dos bancos centrais pelo mundo bastante difícil na gestão de suas políticas monetárias. Nos EUA, a inflação de março acelerou de forma expressiva, atingindo 0,9% no mês, ante 0,3% anteriormente. O mercado de trabalho seguiu resiliente, reduzindo perspectiva de novos cortes na taxa de juros por lá. No Brasil, o quadro foi semelhante. O IPCA de abril, com variação de +0,67%, seguiu pressionado, fazendo com que o Banco Central, apesar de ter reduzido a taxa Selic em -0,25%, para 14,50% ao ano, adotasse comunicação mais cautelosa.
Mesmo assim, o S&P 500 (principal índice de ações dos EUA) alcançou novos recordes históricos no mês, liderado pela forte recuperação do setor de tecnologia, por conta da explosão de demanda por capacidade computacional e de memória, a partir do crescimento exponencial do consumo de tokens.
O Brasil, tendo se beneficiado enormemente de fluxos externos nos meses anteriores, viu alguma acomodação ao longo de abril, com os primeiros sinais de saídas pontuais de capital. Ainda assim o Real teve um mês muito bom, valorizando-se +4.3%. O Ibovespa (principal índice de ações do Brasil), por sua vez, chegou a acumular alta de +6% na primeira metade do mês, próximo ao patamar histórico de 200 mil pontos, mas devolveu a maior parte dos ganhos, encerrando o mês estável.
Índice
Perfil MF1
Perfil MF2
Perfil MF3 (Curva)
CDI
IPCA
IMA-B
Ibovespa
S&P 500
Dólar
Abr26
0,98%
1,20%
1,48% (1,13%)
1,09%
0,67%
1,81%
-0,08%
10,42%
-4,42%
2026
4,48%
4,32%
4,57% (4,16%)
4,54%
2,60%
4,85%
16,26%
5,31%
-9,34%
2025
12,96%
13,11%
11,62% (9,37%)
14,31%
4,26%
13,17%
33,95%
16,39%
-11,14%
Desde Out22*
48,99%
40,53%
29,15% (40,06%)
54,57%
19,24%
34,66%
70,23%
101,05%
-7,73%
Abr26
0,09%
2,54%
3,95%
0,00%
n/a
3,77%
15,99%
11,13%
9,81%
Desde Out22*
0,36%
2,11%
5,22%
0,09%
n/a
4,68%
16,64%
15,76%
11,74%

A rentabilidade do Perfil MF1 foi de +0,98% no mês, ligeiramente abaixo do CDI que rendeu +1,09%, e superior à inflação que subiu +0,67% (IPCA).
Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 5,2% da carteira do perfil, renderam +1,30%. A parcela alocada em crédito privado, equivalente a 0,3% do portfólio após reduções realizados nos meses anteriores, subiu +1,08%.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 5,0% do total de investimentos do Perfil MF1 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.
PERFIL MF1 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Crédito Privado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Total
Jan26
286,3
93%
87%
5%
1%
5%
5%
1%
100%
Fev26
287,4
93%
87%
5%
1%
5%
5%
1%
100%
Mar26
289,8
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%
Abr26
291,2
94%
88%
5%
0%
5%
5%
1%
100%
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
283,9
94%
87%
5%
2%
5%
5%
1%
100%
Dez24
196,9
94%
86%
5%
3%
5%
5%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF1
Renda fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Crédito Privado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Jan26
1,21%
1,17%
1,16%
1,19%
1,34%
2,83%
2,83%
0,60%
Fev26
1,03%
1,01%
1,00%
1,20%
1,02%
2,17%
2,17%
0,77%
Mar26
1,18%
1,24%
1,23%
1,38%
0,92%
0,89%
0,89%
0,83%
Abr26
0,98%
1,08%
1,07%
1,30%
1,08%
-0,29%
-0,29%
1,18%
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
4,48%
4,57%
4,54%
5,17%
4,43%
5,69%
5,69%
3,43%
2025
12,96%
14,12%
14,29%
11,43%
14,56%
2,21%
2,21%
9,49%
Desde Out22*
48,99%
54,11%
54,25%
41,91%
54,04%
10,43%
10,43%
38,22%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Estruturado
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Spectra VII Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
R$ milhões
291.153
272.414
15.034
6.626
117.507
15.453
117.028
767
14.552
3.586
405
2.911
3.246
1.377
38
825
2.163
4.188
-1
%
100,0
93,6
5,2
2,3
40,4
5,3
40,2
0,3
5,0
1,2
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,3
0,7
1,4
0,0
R$ milhões
283.851
265.549
14.296
7.019
114.402
14.623
110.425
4.783
14.270
3.528
435
2.753
3.670
1.291
0,0
863
1.731
4.029
4
%
100,0
93,6
5,0
2,5
40,3
5,2
38,9
1,7
5,0
1,2
0,2
1,0
1,3
0,5
0,0
0,3
0,6
1,4
0,0
(a) Fundo exclusivo
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) A carteira de investimentos do Perfil MF1 é composta majoritariamente por títulos do governo brasileiro atrelados à taxa do CDI, o que confere maior estabilidade para a sua rentabilidade.

A rentabilidade do Perfil MF2,cuja principal característica é a diversificação, foi +1,20% no mês, resultado do desempenho conjunto das diferentes classes de ativos que compõem sua carteira.
Os destaques negativos da carteira no mês ficaram pelos investimentos em fundos multimercados, que representam 7,9% do portfólio e obtiveram rentabilidade de +2,20%; seguidos pela parcela alocada em investimentos no exterior, que apresentou retorno de +2,16%,a despeito da valorização cambial desfavorável de -4,42% do Dólar em relação ao Real. Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 31,4% da carteira do perfil, também obteve um bom desempenho, com alta +1,41%; assim como os investimentos imobiliários, que tiveram ganho de +1,37%no mês. A parcela alocada em crédito privado, equivalente a 8% do portfólio(com efeito de resgates que vêm sendo conduzidos pela FPPS), subiu +1,09%.
Por outro lado, a parcela alocada em renda variável no Brasil, que representa 7,9% dos investimentos do perfil, não contribuiu significativamente, dada sua rentabilidade de +0,04% no mês.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,8% do total de investimentos do PerfilMF2 no fechamento do mês, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.
PERFIL MF2 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Multimercados
Inflação Mercado
Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
Multimercados
Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Em trânsito
TOTAL
Jan26
545,8
61%
19%
0%
31%
11%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Fev26
551,6
61%
21%
0%
31%
10%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Mar26
550,5
62%
23%
0%
31%
8%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Abr26
556,2
62%
23%
0%
31%
8%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
536,7
62%
18%
0%
30%
13%
8%
13%
8%
5%
10%
6%
3%
0%
100%
Dez24
569,3
62%
14%
0%
28%
20%
7%
13%
8%
5%
10%
5%
2%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF2
Renda Fixa
DI Soberano
Multimercados
Inflação Mercado
Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
Multimercados
Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Jan26
1,80%
1,21%
1,16%
n/a
1,09%
1,28%
10,18%
2,45%
2,22%
2,83%
-0,71%
1,54%
0,60%
Fev26
1,30%
1,17%
1,00%
n/a
1,35%
1,01%
3,69%
1,66%
1,35%
2,17%
-0,14%
1,13%
0,85%
Mar26
-0,05%
1,10%
1,23%
n/a
1,05%
0,95%
-1,56%
-1,87%
-3,55%
0,89%
-3,46%
-0,26%
0,84%
Abr26
1,20%
1,24%
1,07%
n/a
1,41%
1,09%
0,04%
1,25%
2,20%
-0,29%
2,16%
1,37%
1,17%
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
4,32%
4,74%
4,54%
n/a
4,99%
4,41%
12,50%
3,48%
2,12%
5,69%
-2,21%
3,82%
3,51%
2025
13,11%
12,93%
14,29%
n/a
11,68%
14,22%
32,65%
9,51%
14,36%
2,21%
7,00%
21,55%
9,81%
Desde Out22*
40,53%
45,82%
54,35%
6,22%
33,32%
54,71%
43,75%
26,51%
36,37%
10,24%
35,98%
66,10%
38,80%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Bradesco FI Sucupira(a)
Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Pátria Crédito Estruturado FIDC Mezanino
Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior CDI
Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior IPCA
TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Renda variável
Itaú Institucional BOVV11 FIC FIA
Vinci FIA Pau Brasil(a)(b)
Exterior
Pimco Income FIM IE
BB MM Global Select Equity IE FI
Nordea Alfa 10 Dólar Advisory Master FIM IE
Derivativos ISP
Estruturado
BTG Aroeira 1 Multimercado FICFI(a)(b)
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Spectra VII Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Imobiliários
RBR Jatobá FIC FIM(a)(b)
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Passiva
Ativa
Exterior
Exterior
Exterior
Exterior
Multimercados
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Imobiliários
R$ milhões
556.220
345.630
45.369
129.282
7.480
45.587
16.835
57.764
2.811
0
0
40.513
43.879
6.732
37.147
50.051
27.097
15.964
6.991
0
70.871
44.217
6.569
743
5.332
5.947
2.522
68
1.512
3.962
31.803
31..803
13.988
-2
%
100,0
62,1
8,2
23,2
1,3
8,2
3,0
10,4
0,5
0,0
0,0
7,3
7,9
1,2
6,7
9,0
4,9
2,9
1,3
0,0
12,7
7,9
1,2
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,3
0,7
5,7
5,7
2,5
0,0
R$ milhões
536.710
330.090
40.148
122.932
5.265
39.989
10.485
38.937
5.657
619
591
65.467
41.653
5.781
35.873
51.183
26.426
17.313
7.444
0
69.437
43.298
6.462
796
5.043
6.723
2.364
0
1.582
3.170
30.632
30.632
13.705
9
%
100,0
61,5
7,5
22,9
1,0
7,5
2,0
7,3
1,1
0,1
0,1
12,2
7,8
1,1
6,7
9,5
4,9
3,2
1,4
0,0
12,9
8,1
1,2
0,1
0,9
1,3
0,4
0,0
0,3
0,6
5,7
5,7
2,6
0,0
(a) Fundo exclusivo;
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) O Perfil MF2 é a continuidade da estratégia de investimentos do Plano Promon MultiFlex anterior ao lançamento dos perfis de investimento em outubro de 2022. E tem como principal característica a diversificação em diferentes classes de ativos, com nível moderado de risco e horizonte de médio/longo prazo.

A rentabilidade do Perfil MF3 foi de +1,48% no mês, aderente à variação do preço dos títulos NTN-B 2032, principal ativo da carteira do perfil, representando 94% do portfólio, que foi de +1,62% de acordo com sua “marcação a mercado”.
A taxa de remuneração da NTN-B 2032 “a mercado” fechou o mês no patamar de 7,70% ao ano (“yield”), ligeiramente abaixo do fechamento do mês anterior, que havia sido de 7,73%. O yield representa a rentabilidade real anual (acima da inflação) a ser acumulada até 2032, ano de vencimento do título.
Para fins de mero acompanhamento, se todos os títulos NTN-B 2032 da carteira do perfil estivessem precificados na curva ao longo do mês (marcação na curva), a rentabilidade do Perfil MF3 teria sido de +1,13% no mês. Desde o início do perfil (para aqueles participantes que entraram em outubro de 2022), a rentabilidade acumulada do perfil na curva seria de +40,06%, equivalente à inflação mais 4,59% a.a.
PERFIL MF3 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Estruturados
Participações
Empréstimos
TOTAL
Jan26
160,5
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Fev26
162,8
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Mar26
162,9
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Abr26
165,2
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
158,7
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Dez24
143,4
94%
1%
93%
5%
5%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF3
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Jan26
1,19%
1,14%
1,16%
1,14%
2,83%
2,83%
0,60%
Fev26
1,64%
1,64%
1,00%
1,65%
2,17%
2,17%
0,76%
Mar26
0,20%
0,20%
1,23%
0,19%
0,89%
0,89%
0,81%
Abr26
1,48%
1,61%
1,07%
1,61%
-0,29%
-0,29%
1,18%
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
4,57%
4,66%
4,53%
4,67%
5,69%
5,69%
3,38%
2025
11,62%
12,65%
14,26%
12,68%
2,21%
2,21%
9,87%
Desde Out22*
29,15%
32,48%
54,19%
31,98%
10,29%
10,29%
38,63%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Itaú Jequitibá RF FI(a)
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Ist. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Estruturado
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Spectra VII Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
R$ milhões
166.238
156.572
155.625
240
205
56
446
7.888
1.944
220
1.578
1.760
746
20
447
1.172
776
3
%
100,0
94,8
94,2
0,1
0,1
0,0
0,3
4,8
1,2
0,1
1,0
1,1
0,5
0,0
0,3
0,7
0,5
0,0
R$ milhões
158.717
150.197
149.269
397
267
0
264
7.735
1.912
236
1.492
1.989
700
0
468
938
781
3
%
100,0
94,6
94,0
0,3
0,2
0,0
0,2
4,9
1,2
0,1
0,9
1,3
0,4
0,0
0,3
0,6
0,5
0,0
(a) Fundo exclusivo
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) Em linha com a Resolução CNPC n. 43/2021, os ativos que compõem as carteiras de investimentos do Perfil MF3, inclusive as NTN-B 2032, são registrados diariamente a seu valor justo de mercado, método conhecido como marcação a mercado. Esse método procura garantir que o preço dos ativos nas carteiras reflita adequadamente o valor que está sendo negociado no mercado financeiro. No caso de títulos de renda fixa como as NTN-B, as variações do preço entre a data da compra e a data de seu vencimento (ganhos ou perdas) somente são efetivadas caso o investidor decida resgatar (vender) o ativo antes do prazo final. Caso contrário, o valor investido (principal) será remunerado pela taxa que foi acordada no momento da aplicação e, por isso, para o montante principal não importará a oscilação ao longo do período. Com isso em mente, o investimento (principal) do participante do MF3 que ingressou no perfil por ocasião do seu lançamento ou a cada janela de migração deve obter uma remuneração aderente à parcela da carteira investida nas NTN-B 2032. Como a carteira do perfil MF3 conta com outros investimentos além das NTN-B 2032 e, em função do reinvestimento dos cupons semestrais pagos por estes títulos, a rentabilidade sofrerá alterações até o vencimento.