No ambiente internacional, janeiro foi marcado por forte volatilidade nos mercados financeiros, a partir de uma conjuntura extremamente ruidosa deliberada pelo presidente Trump, com uma sucessão de eventos ao longo do mês, com destaque para a intervenção americana na Venezuela, a ameaça da tomada de controle da Groenlândia, os protestos contra a política de fiscalização migratória de Trump e o acirramento de novas tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã; que tem levado à busca por ativos que representam uma diversificação em relação a ativos americanos, com a intensificação da rotação de investimentos dos EUA para outras partes do mundo, enfraquecimento do dólar sobretudo em relação às moedas de países emergentes e/ou ligadas a commodities.
No entanto, é verdade que, ao longo do mês, o recuo de Trump em várias frentes, a escolha menos controversa de Kevin Warsh como novo chairman do FED (o banco central americano) e a confirmação da interrupção do ciclo de corte de juros no EUA, que reforçou uma postura mais cautelosa do banco central, contribuíram para uma reversão de parte dos movimentos mais bruscos nos ativos. É verdade também que a economia dos Estados Unidos continuou surpreendendo positivamente, sustentada por múltiplos vetores de demanda, incluindo estímulos fiscais e um ciclo robusto e disseminado de investimentos em inteligência artificial, com a inflação se mantendo razoavelmente sob controle.
A repercussão nos mercados, de forma geral, ocorreu por meio do fortalecimento das commodities e do enfraquecimento adicional do dólar.
Assim, o S&P500 (principal índice de ações dos EUA), com mais uma alta de +1,4% no mês, alcançou novo recorde no período. O ouro subiu +13,5% no mês, a prata +19,0% (após ter subido mais de 60% ao longo do mês) e o petróleo, +16,0%, enquanto o dólar se enfraqueceu -1,15% contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos (DXY).
No Brasil, vimos um volume de entrada de recursos estrangeiros na bolsa que, em apenas um mês, foi similar a todo o fluxo do ano de 2025, na casa de R$ 25 bilhões. O Ibovespa subiu +12,5% no mês e, não por acaso, as melhores performances do mercado acionário foram Petrobrás (+22,5% no mês) e Vale (+17,2%), alavancadas pelo fluxo estrangeiro. A bolsa de Seul se destacou, com alta de +24,0% em dólar no mês, seguida pelas bolsas de Istambul (+21,4%), São Paulo (+17,6%) e México (+8,4%). A moeda brasileira também teve boa performance, se apreciando +4,25% frente ao dólar, enquanto o peso mexicano se valorizou +2,93%.
Os dados de inflação no Brasil continuaram apontando para um processo gradual de desinflação. Na política monetária, o Banco Central manteve a SELIC (taxa de juros de referência da economia brasileira) em 15% e sinalizou que, confirmado o cenário, poderá iniciar cortes já em sua próxima reunião (março).
Índice
Perfil MF1
Perfil MF2
Perfil MF3 (Curva)
CDI
IPCA
IMA-B
Ibovespa
S&P 500
Dólar
Jan26
1,21%
1,80%
1,19% (0,85%)
1,16%
0,33%
1,00%
12,56%
1,37%
-4,95%
2026
1,21%
1,80%
1,19% (0,85%)
1,16%
0,33%
1,00%
12,56%
1,37%
-4,95%
2025
12,96%
13,11%
11,62% (9,37%)
14,31%
4,26%
13,17%
33,95%
16,39%
-11,14%
Desde Out22*
44,33%
37,14%
24,97% (35,60%)
49,58%
16,60%
29,72%
64,82%
93,52%
-3,26%
Jan26
0,56%
1,73%
3,07%
0,00%
n/a
3,23%
19,00%
10,17%
7,69%
Desde Out22*
0,36%
2,04%
5,18%
0,09%
n/a
4,61%
16,30%
15,80%
11,80%

A rentabilidade do Perfil MF1 foi de +1,21% no mês, em linha com o CDI que rendeu +1,16%, e bastante acima da inflação que subiu +0,33% (IPCA).
Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 5,1% da carteira do perfil, renderam +1,19%. A parcela alocada em crédito privado, equivalente a 1,5% do portfólio, subiu +1,34%.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 5,1% do total de investimentos do Perfil MF1 no fechamento de janeiro, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.
PERFIL MF1 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Crédito Privado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Total
Jan26
286,3
93%
87%
5%
1%
5%
5%
1%
100%
Fev26
Mar26
Abr26
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
283,9
94%
87%
5%
2%
5%
5%
1%
100%
Dez24
196,9
94%
86%
5%
3%
5%
5%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF1
Renda fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Crédito Privado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Jan26
1,21%
1,17%
1,16%
1,19%
1,34%
2,83%
2,83%
0,60%
Fev26
Mar26
Abr26
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
1,21%
1,17%
1,16%
1,19%
1,34%
2,83%
2,83%
0,60%
2025
12,96%
14,12%
14,29%
11,43%
14,56%
2,21%
2,21%
9,49%
Desde Out22*
44,33%
49,09%
49,26%
36,54%
49,48%
7,44%
7,44%
34,44%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Estruturado
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate II FIP
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
R$ milhões
286.344
267.718
14.466
7.463
114.913
14.795
111.824
4.258
14.635
3.509
0
434
2.857
3.531
1.311
823
2.171
3.985
5
%
100,0
93,5
5,1
2,6
40,1
5,2
39,1
1,5
5,1
1,2
0,0
0,2
1,0
1,2
0,5
0,3
0,8
1,4
0,0
R$ milhões
283.851
265.549
14.296
7.019
114.402
14.623
110.425
4.783
14.270
3.528
0
435
2.753
3.670
1.291
863
1.731
4.029
4
%
100,0
93,6
5,0
2,5
40,3
5,2
38,9
1,7
5,0
1,2
0,0
0,2
1,0
1,3
0,5
0,3
0,6
1,4
0,0
(a) Fundo exclusivo
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) A carteira de investimentos do Perfil MF1 é composta majoritariamente por títulos do governo brasileiro atrelados à taxa do CDI, o que confere maior estabilidade para a sua rentabilidade.

A rentabilidade do Perfil MF2, cuja principal característica é a diversificação, foi +1,80% no mês, resultado do desempenho conjunto das diferentes classes de ativos que compõem sua carteira.
Os destaques positivos da carteira no mês ficaram a cargo dos investimentos em renda variável, que representam algo como 8,4% do total dos investimentos do perfil, e subiram +10,2%; em seguida, os investimentos em fundos multimercados, que representam 8,1% do portfólio e tiveram rentabilidade de +2,22% no mês; depois, os investimentos imobiliários, equivalentes a 5,7% da carteira, com alta de +1,54%; e a parcela alocada em crédito privado, equivalente a 11,4% do portfólio (com efeito de resgates que vêm sendo conduzidos pela FPPS), subiu +1,28%.
Os investimentos em ativos indexados à inflação no Brasil, que representam 30,6% da carteira do perfil e têm recebido novos aportes pela FPPS, renderam +1,09%.
Por outro lado, a parcela alocada em investimentos no exterior apresentou queda de -0,71%, impactada negativamente pela desvalorização cambial de -4,95% do Dólar em relação ao Real.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,9% do total de investimentos do Perfil MF2 no fechamento de janeiro, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.
PERFIL MF2 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Multimercados
Inflação Mercado
Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
Multimercados
Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Em trânsito
TOTAL
Jan26
545,8
61%
19%
0%
31%
11%
8%
13%
8%
5%
9%
6%
3%
0%
100%
Fev26
Mar26
Abr26
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
536,7
62%
18%
0%
7%
13%
8%
13%
8%
5%
10%
6%
3%
0%
100%
Dez24
569,3
62%
14%
0%
28%
20%
7%
13%
8%
5%
10%
5%
2%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF2
Renda Fixa
DI Soberano
Multimercados
Inflação Mercado
Crédito Privado
Renda Variável
Estruturados
Multimercados
Participações
Exterior
Imobiliários
Empréstimos
Jan26
1,80%
1,21%
1,16%
n/a
1,09%
1,28%
10,18%
2,14%
2,22%
2,02%
-0,71%
1,54%
0,60%
Fev26
Mar26
Abr26
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
1,80%
1,21%
1,16%
n/a
1,09%
1,28%
10,18%
2,14%
2,22%
2,02%
-0,71%
1,54%
0,60%
2025
13,11%
12,93%
14,29%
n/a
11,68%
14,22%
32,65%
9,51%
14,36%
2,21%
7,00%
21,55%
9,81%
Desde Out22*
37,14%
40,91%
49,36%
6,22%
28,37%
50,08%
40,78%
24,87%
36,50%
6,42%
38,07%
62,46%
34,90%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Bradesco FI Sucupira(a)
Itaú Institucional RF IMAB5 FIC FI
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Inst. FI RF
Western Asset Soberano II FIC FI RF Ref SELIC
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Pátria Crédito Estruturado FIDC Mezanino
Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior CDI
Pátria Crédito Estruturado FIDC Sênior IPCA
TAG Castanheira FIC FIM CP(a)(b)
Renda variável
Itaú Institucional BOVV11 FIC FIA
Pátria Pipe Feeder I FIC FIA
Vinci FIA Pau Brasil(a)(b)
Exterior
Pimco Income FIM IE
BB MM Global Select Equity IE FI
Nordea Alfa 10 Dólar Advisory Master FIM IE
Derivativos ISP
Estruturado
BTG Aroeira 1 Multimercado FICFI(a)(b)
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate II FIP
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Imobiliários
RBR Jatobá FIC FIM(a)(b)
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
Inflação
CDI
CDI
CDI
CDI
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Crédito privado
Passiva
Ativa
Ativa
Exterior
Exterior
Exterior
Exterior
Multimercados
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Imobiliários
R$ milhões
545.757
333.229
42.763
124.392
4.615
44.477
10.909
43.648
4.160
0
0
58.265
45.893
6.506
0
39.387
50.819
26.697
16.878
7.244
0
70.857
44.259
6.427
0
794
5.234
6.256
2.402
1.507
3.977
31.105
31.105
13.843
12
%
100,0
61,1
7,8
22,8
0,8
8,1
2,0
8,0
0,8
0,0
0,0
10,7
8,4
1,2
0,0
7,2
9,3
4,9
3,1
1,3
0,0
13,0
8,1
1,2
0,0
0,1
1,0
1,1
0,4
0,3
0,7
5,7
5,7
2,5
0,0
R$ milhões
536.710
330.090
40.148
122.932
5.265
39.989
10.485
38.937
5.657
619
591
65.467
41.653
5.781
0
35.873
51.183
26.426
17.313
7.444
0
69.437
43.298
6.462
0
796
5.043
6.723
2.364
1.582
3.170
30.632
30.632
13.705
9
%
100,0
61,5
7,5
22,9
1,0
7,5
2,0
7,3
1,1
0,1
0,1
12,2
7,8
1,1
0,0
6,7
9,5
4,9
3,2
1,4
0,0
12,9
8,1
1,2
0,0
0,1
0,9
1,3
0,4
0,3
0,6
5,7
5,7
2,6
0,0
(a) Fundo exclusivo;
(b) Fundo com estratégia de investimento em fundos de terceiros (fundo de fundos)
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) O Perfil MF2 é a continuidade da estratégia de investimentos do Plano Promon MultiFlex anterior ao lançamento dos perfis de investimento em outubro de 2022. E tem como principal característica a diversificação em diferentes classes de ativos, com nível moderado de risco e horizonte de médio/longo prazo.

A rentabilidade do Perfil MF3 foi de +1,19% no mês, aderente à variação do preço dos títulos NTN-B 2032, principal ativo da carteira do perfil, que foi de +1,15% de acordo com sua “marcação a mercado”.
A taxa de remuneração da NTN-B 2032 “a mercado” fechou o mês no patamar de 7,62% ao ano (“yield”), ligeiramente abaixo do fechamento do mês anterior, que havia sido de 7,66%. O yield representa a rentabilidade real anual (acima da inflação) a ser acumulada até 2032, ano de vencimento do título.
Para fins de mero acompanhamento, se todos os títulos NTN-B 2032 da carteira do perfil estivessem precificados na curva ao longo do mês (marcação na curva), a rentabilidade do Perfil MF3 teria sido de +0,85% no mês. Desde o início do perfil (para aqueles participantes que entraram em outubro de 2022), a rentabilidade acumulada do perfil na curva seria de +35,60%.
Reforçamos que a parcela de investimentos em fundos de participação (private equity e investimentos florestais), comum a todos os perfis do MultiFlex e que representava 4,9% do total de investimentos do Perfil MF3 no fechamento de janeiro, deve ser avaliada sob perspectiva de longo prazo.
PERFIL MF3 (RS milhões)
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Estruturados
Participações
Empréstimos
TOTAL
Jan26
160,5
95%
0%
94%
5%
5%
1%
100%
Fev26
Mar26
Abr26
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
Dez25
158,7
95%
1%
94%
5%
5%
0%
100%
Dez24
143,4
94%
1%
93%
5%
5%
1%
100%
Consulte o Portal do Participante para acompanhar a rentabilidade em outros períodos.
PERFIL MF3
Renda Fixa
DI Soberano
Inflação Mercado
Estruturados
Participações
Empréstimos
Jan26
1,19%
1,14%
1,16%
1,14%
2,83%
2,83%
0,60%
Fev26
Mar26
Abr26
Mai26
Jun26
Jul26
Ago26
Set26
Out26
Nov26
Dez26
2026
1,19%
1,14%
1,16%
1,14%
2,83%
2,83%
0,60%
2025
11,62%
12,65%
14,26%
12,68%
2,21%
2,21%
9,87%
Desde Out22*
24,97%
28,02%
49,21%
27,54%
7,30%
7,30%
34,90%
* data de início do investimento sob o regime de perfis.
TOTAL DOS INVESTIMENTOS
Renda fixa
Itaú Jequitibá RF FI(a)
Itaú Soberano Referenciado DI FIC FI
BTG Pactual Tesouro Selic Simples Ist. FI RF
Safra Soberano RP II FIC FI RF Ref DI
Estruturado
Kinea Private Equity IV FIP ME
Pátria Real Estate II FIP
Pátria Real Estate III FIP
Signal III FIP FIM
Spectra V Inst FIP
Spectra VI Inst FIP
Stratus SCP Brasil FIP
Timberland I FIC FIP
Operações com Participantes
Em trânsito
ESTRATÉGIA
Inflação
CDI
CDI
CDI
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
Participações
R$ milhões
160.515
151.753
150.973
177
270
333
7.933
1.902
0
235
1.549
1.914
711
446
1.177
825
5
%
100,0
94,5
94,1
0,1
0,2
0,2
4,9
1,2
0,0
0,1
1,0
1,2
0,4
0,3
0,7
0,5
0,0
R$ milhões
158.717
150.197
149.269
397
267
264
7.735
1.912
0
236
1.492
1.989
700
468
938
781
3
%
100,0
94,6
94,0
0,3
0,2
0,2
4,9
1,2
0,0
0,1
0,9
1,3
0,4
0,3
0,6
0,5
0,0
(a) Fundo exclusivo
(1) A volatilidade é uma medida estatística de risco, que, tomando por base o comportamento passado dos investimentos, indica o desvio esperado para a rentabilidade no futuro, dentro de limites de confiança. Assim, por meio da volatilidade, é possível ter uma estimativa do quanto a rentabilidade pode subir ou cair no futuro.
Quanto maior a previsibilidade sobre o resultado, menor o nível de volatilidade, isto é, de oscilação do investimento. Por exemplo, se a volatilidade esperada é de 5% em 1 ano, significa que a rentabilidade pode oscilar 5% para cima ou para baixo em torno da rentabilidade esperada para o período, com algum nível de confiança. O fato é que ter volatilidade alta ou baixa não significa que o investimento é bom ou ruim, mas simplesmente indica a intensidade das oscilações previstas.
A volatilidade pode ser afetada por inúmeros fatores, como aspectos do cenário macroeconômico e outras questões específicas de cada classe de ativos. Por isso, investimentos com volatilidade mais alta são indicados para investidores com perspectiva de mais longo prazo, uma vez que ter a opção de escolher o melhor momento para resgatar o investimento reduz muito a chance de ser obrigado a vender um ativo sob condições adversas, em momentos de oscilação negativa. Entretanto, lembre-se de que oscilações de curto prazo poderão ser compensadas com um maior retorno ao longo do tempo, afinal a variação dos preços pode ser para cima também!
(2) Visão gerencial para fins de mero acompanhamento (não observa a classificação da legislação).
(3) Em linha com a Resolução CNPC n. 43/2021, os ativos que compõem as carteiras de investimentos do Perfil MF3, inclusive as NTN-B 2032, são registrados diariamente a seu valor justo de mercado, método conhecido como marcação a mercado. Esse método procura garantir que o preço dos ativos nas carteiras reflita adequadamente o valor que está sendo negociado no mercado financeiro. No caso de títulos de renda fixa como as NTN-B, as variações do preço entre a data da compra e a data de seu vencimento (ganhos ou perdas) somente são efetivadas caso o investidor decida resgatar (vender) o ativo antes do prazo final. Caso contrário, o valor investido (principal) será remunerado pela taxa que foi acordada no momento da aplicação e, por isso, para o montante principal não importará a oscilação ao longo do período. Com isso em mente, o investimento (principal) do participante do MF3 que ingressou no perfil por ocasião do seu lançamento ou a cada janela de migração deve obter uma remuneração aderente à parcela da carteira investida nas NTN-B 2032. Como a carteira do perfil MF3 conta com outros investimentos além das NTN-B 2032 e, em função do reinvestimento dos cupons semestrais pagos por estes títulos, a rentabilidade sofrerá alterações até o vencimento.